Algumas linhas sobre um pseudo-romance do século XIX no século XXI

Tendo a ver coisas que não está lá, vejo gestos e tenho sensações; me apaixono. Passageira, ou não. Não paro de pensar em você, e todos os meus pensamentos são levados a você, e você não reconhecer a minha presença só reforça isso – essa auto-sabotagem emocional. Ser só mais um no meio da multidão não é o suficiente. Entretanto, mantenho a minha distância. Sento como um bom aluno e aprendo, afinal eu sei que aquele sorriso trocado não foi nada mais do que um impropério imaginativo meu.

E como todo o resto, vai passar.

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