Up to date: Things don’t always improve.

It’s been two weeks and I don’t seem to be over you. I’m trying my best, yet here I am. Wide awake when I should be long asleep. Another thing that’s been bothering me is the lack of self-respect I seem to bear. Jesus, do I need an intervention? Perhaps, what I need is a reality check. Do I ant to change? Definitely. Can I change on my? I think it’s possible; but I think my mind is set to some sort of standard of a prince in a white horse awaiting in the corner to save me in the right timing.

There’s no such thing in real life. I think I’ve spent a great chunk of my life lost inside romantic books and TV shows. That was my truth. Now I don’t even know what I’m after. I have this urge to be loved when in fact I don’t love myself. In the end it all comes to this – I scared little boy trying to find himself in this scary world. Hate to break it for you, dear me, but you’re screwed. Life’s not as easy or exciting as you think (hope) it is.

And the saddest part is: I’m used to it. I open wide to everything, I hive too much and get not that much in return. Any day now I could find myself drowned in my own sadness and that’s when I’m gonna never pull myself from that pool again. It scares me, and I lack to will to change. Why’s that? Why I’m writing this cry for help for?

Do you even care?

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Up to date: Things don’t always improve.

Desconstruindo você (e eu)

“A pele não é uma armadura resistente. É macia e quebra fácil.” – Greys Anatomy – S11E03

 

Eu tenho sonhado contigo constantemente. Isso me assusta. Nós não nos conhecemos – eu não me conheço e ainda assim me vejo completo ao seu lado. Essa espiral auto-destrutiva ainda vai ser a minha ruína. Meus amigos dizem que eu vou superar, mas eu não sei. Na verdade eu sei sim – eu vou superar. O final é sempre o mesmo: Eu te esqueço.

Se eu vou te esquecer, por que mesmo estou te imortalizando?

Desconstruindo você (e eu)

Litost de uma mente privada de sonhos

Vivia entre sonhos e devaneios. Alguns achavam graça. Outros, criticavam dizendo que quando finalmente abrisse os olhos, o presente teria se tornado passado. Mas não ligava. os dias transcorriam de devaneio em devaneio, de sonho em sonho, de alegria em alegria, sendo essa sua fonte de alimentação. Um dia, porém, essa fonte secou. Nunca mais conseguiu pregar os olhos. vagou por cada canto de sua mente e tudo o que avistou foi o vazio. Até hoje vagueia pelos hospícios labirínticos que sua mente virou, procurando a sua paz e o conforto perdidos.

Litost de uma mente privada de sonhos